Publicado por:

Conductel

Data:

9 de setembro de 2020

Tempo de leitura:

6min

Internet das Coisas: o que você precisar saber sobre

Conheça mais sobre como esse conceito e, principalmente, suas aplicações irão mudar o seu jeito de trabalhar (e viver)

O desenvolvimento tecnológico em nossa sociedade é algo tão veloz que, rapidamente, inovações grandiosas tornam-se parte de nossa vida. Veja os smartphones, por exemplo, quando poderíamos imaginar que um simples telefone móvel seria capaz de executar tantas funções e ainda nos manter conectados à internet?

Sem dúvidas, passamos por uma era em que a inovação cresce exponencialmente e entrega novos conceitos e aplicações dia após dia. Uma das grandes tendências tecnológicas que está no foco das discussões – e também nos planos de startups e gigantes do mercado – é a Internet das Coisas, também conhecida como IoT.

De forma conceitual, podemos definir a IoT como a capacidade de conexão digital de objetos do nosso cotidiano com a internet, tendo como principais focos:

1. A captação, geração e transmissão de dados;

2. Auxílio com tarefas simples do dia a dia;

3. Criação de um ambiente integrado e controlado remotamente.

Parece algo complexo de se entender e difícil de acreditar? Então, é bom saber que já existem alguns bons exemplos de uso da internet das coisas, e sua aplicação deve crescer nos próximos anos. Quer saber mais um pouco sobre este conceito? Então, confira agora as principais características e funcionalidades da IoT!

A internet fora de casa: começo de tudo

Durante alguns anos, usar a internet era algo que só poderia ser feito de uma maneira: conectando seu computador a uma linha telefônica. O estudo e desenvolvimento de novas formas de conexão deu origem à internet via cabo, ondas de rádio e fibra ótica, o que já trouxe uma modificação interessante, principalmente em termos de velocidade de troca de dados.

Mais adiante, já munido de recursos para fazer com que as conexões fossem ágeis, as empresas investiram em uma nova forma de transmitir a internet: os sistemas sem fio. Daí em diante surgem o WiFi e também as redes de dados móveis. Essas inovações permitiram que a conectividade acompanhasse a rotina das pessoas, levando a internet para onde fossem.

Todas essas tecnologias foram, gradualmente, evoluindo. Os transmissores e receptores de sinal se tornaram melhores e menores, possibilitando sua inclusão em outros aparelhos, tais como relógios e telefones.

O domínio das linguagens de programação e o advento de hardwares – como Arduino e Raspberry Pi – serviram de alicerce para novos inventos e deram embasamento para que se ampliasse a discussão sobre a conectividade de aparelhos que, outrora, nunca pensaram em ser conectados.

Quais as principais aplicações da internet das coisas?

A partir do momento em que a internet ampliou limites de conexão e aplicação, ficou difícil definir qual seria o teto da inovação. Atualmente, é possível o uso da internet das coisas em dois segmentos bem fortes e distintos: captação de dados e praticidade para o cotidiano.

Em termos de captação de informações, podemos exemplificar da seguinte maneira: um sensor de uma porta automática contabiliza quantas aberturas faz por dia e quais momentos ele é mais acionado. Com essa informação, o lojista, por exemplo, pode analisar os horários de maior movimentação em seu estabelecimento e fazer alterações para melhorar os resultados (como colocar um atendente extra nos momentos de pico).

Esse tipo de análise embasada em dados estratégicos permite criar diversos insights, tanto para assuntos complexos, como os discutidos no universo corporativo, quanto para atitudes simples, e aí entra o fator praticidade.

Uma das grandes premissas da internet das coisas é o foco nas pessoas, ou seja, na criação e desenvolvimento de dispositivos e sistemas inteligentes, que são conectados à internet para gerar mais conforto e uma experiência mais positiva para o usuário.

Quer um exemplo já inserido no mercado? A Nest é uma empresa que desenvolveu termostatos inteligentes, alarmes e câmeras que podem ser acessadas pelo comando de voz do Google. Com base em IoT, a empresa é capaz de interligar o sistema de aquecimento e, graças aos dados, interpretar quais são os horários de uso, aprender as temperaturas preferidas e os momentos em que a temperatura externa demanda mais ou menos calor dentro da casa.

A junção da conectividade e dos dados dá margem à muitas aplicações, sendo que a criatividade humana se coloca como o principal limitador de uso. Outro ponto importante é analisar como a inteligência artificial acompanha o desenvolvimento de novos produtos da IoT, afinal, um dos segredos por trás do uso mais intenso e cognitivo da Internet das Coisas passa exatamente pela capacidade processual dos dispositivos.

Será difícil traçar a rota evolutiva da Internet das Coisas, contudo, uma coisa é certa: seu uso tende a se intensificar e trazer novo significado para algumas tarefas e ações simples, tanto em nosso cotidiano quanto no mundo dos negócios. Para ficar ligado em mais informações sobre as tendências e inovações do mercado de tecnologia e TI, acompanhe nosso blog e outras postagens produzidas pela nossa equipe!

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